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	<title>Plante Bambu</title>
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		<title>Estufa de Bambu</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 13:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CPRA]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira Estufa de Bambu para o cultivo de hortaliças, inédita no País foi apresentada pelo Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA) ao governador Roberto Requião. Entusiasmado com o projeto, o governador anunciou a possibilidade de levar essa tecnologia, de baixo custo e sem impacto ambiental, para as pequenas propriedades da agricultura familiar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira<strong> <a href="http://plantebambu.com.br/?page_id=293">Estufa de Bambu</a></strong> para o cultivo de hortaliças, inédita no País foi apresentada pelo <a href="http://www.cpra.pr.gov.br/" target="_blank">Centro Paranaense de Referência em Agroecologia</a> (CPRA) ao governador Roberto Requião. Entusiasmado com o projeto, o governador anunciou a possibilidade de levar essa tecnologia, de baixo custo e sem impacto ambiental, para as pequenas propriedades da agricultura familiar em todo o Paraná.</p>
<p>“Em dois ou três anos, essa tecnologia deverá estar acessível no Paraná inteiro”, afirmou Requião.</p>
<div id="attachment_295" class="wp-caption aligncenter" style="width: 499px"><a href="http://plantebambu.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Foto_Estufa_CPRA.jpg"><img class="size-full wp-image-295" title="Estufa de Bambu CPRA" src="http://plantebambu.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Foto_Estufa_CPRA.jpg" alt="Estufa de Bambu CPRA" width="489" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Estufa de Bambu CPRA</p></div>
<p>A estrutura da nova estufa tem um custo de 10% do valor da convencional, com estrutura de PVC ou metálica. Enquanto uma estufa convencional, de cerca 84 metros quadrados custa cerca de R$ 8 mil, a estufa de bambu fica em R$ 800,00, incluindo o plástico, informou Airton Brisolla, diretor-presidente do CPRA.</p>
<p>A estufa de bambu foi desenvolvida pelo professor e especialista paraguaio <strong>Guilhermo Gayo</strong>, do <a href="http://www.takuararenda.org/" target="_blank">Takuara Renda</a>, com a contribuição dos alunos dos 17 colégios agrícolas de todo o Estado.</p>
<p>Para o governador, uma construção singela como a estufa de bambu representa a viabilidade econômica da agricultura familiar, que pode ampliar a produtividade e lucratividade de verduras e legumes. Requião disse que viu exemplos simples e eficientes assim na China onde um batedor de bambu com uma hélice circular de propulsão e um motor elétrico acoplado fazia a oxigenação dos rios e lagos tão bem quanto uma estrutura semelhante fabricada com metais.</p>
<p>“O processo moderno é associar o simples ao modelo eficiente e barato”, disse Requião. “Parece simples, mas o significado de uma estufa como essa é grande porque representa a independência do agricultor”, acrescentou. Com a estufa de bambu, os agricultores familiares não ficam dependentes das empresas fabricantes para manutenção das estruturas. O bambu é encontrado na propriedade, é resistente e suporta peso de até 18 toneladas.</p>
<p>Com essa tecnologia, o Paraná avança na prática da agricultura orgânica e do desenvolvimento sustentável, disse Bianchini. Para o secretário, a utilização do bambu, um insumo disponível na propriedade, é uma das principais características da agricultura moderna e agroecológica, onde os insumos devem ser reciclados pelo próprio produtor.</p>
<p>Segundo Bianchini, dos 4.800 agricultores orgânicos no Paraná, “cerca de dois mil produtores, que cultivam hortaliças e frutas, serão beneficiados com essa tecnologia”, prevê.</p>
<p>Para o secretário Rasca, o produtor tem que fazer sua opção. “Se quiser agregar valor à sua produção e manter conservado o meio ambiente, ele precisa aderir a tecnologias inovadoras e acessíveis como essa estufa com estrutura de bambu. São soluções inteligentes, que permitem a geração de renda para o agricultor a custo baixo, mas que também protege o meio ambiente. É isso que precisamos”, destacou.</p>
<p>Para o produtor responsável pela horta do CPRA, José Luiz Araújo, a estufa de bambu é tão eficiente na proteção dos cultivos de frutas, hortaliças e legumes quanto a estufa convencional. “Aqui cultivamos brócolis, repolho, couve chinesa, abobrinha, pepino, tudo orgânico e da melhor qualidade, sem nenhuma aplicação de produto químico”, disse o agricultor.</p>
<p>Para o download do projeto da Estufa de Bambu criada pelo CPRA clique <a href="http://plantebambu.com.br/?page_id=293"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>Matéria original: <a href="http://www.bemparana.com.br/index.php?n=52979&amp;t=estufa-de-bambu-para-cultivo-de-hortalicas-e-10-vezes-mais-barata" target="_blank">Bem Paraná</a></p>
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		<title>Bambu na TV &#8211; Programa Mosaico</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 20:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[BambuSC]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi ao ar no último domingo, 11 de julho de 2010 às 23:30 pela TVBV em Florianópolis, o programa Mosaico.
O programa todo foi dedicado ao bambu e nele foram entrevistados Marcos Marques e Hans-Jürgen Kleine, da BambuSC, os artesãos Rodrigo Primavera e Gilmar Telles, o arquiteto Paulo Foggiato, da Oré Brasil, o designer industrial Bruno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ao ar no último domingo, 11 de julho de 2010 às 23:30 pela TVBV em Florianópolis, o programa <strong>Mosaico</strong>.</p>
<p>O programa todo foi dedicado ao bambu e nele foram entrevistados Marcos Marques e Hans-Jürgen Kleine, da BambuSC, os artesãos Rodrigo Primavera e Gilmar Telles, o arquiteto Paulo Foggiato, da Oré Brasil, o designer industrial Bruno de Araújo e o Prof Carlos Alberto Szucs, da UFSC.</p>
<p>As entrevistas foram gravadas durante os meses de junho e julho e foram apresentadas em três blocos, que totalizaram 23 minutos. Assista abaixo aos três blocos do programa.</p>
<p><object align="center" width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/Op-cOhLRLo4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="align" value="center" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Op-cOhLRLo4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/f-eIbzLku1I&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/f-eIbzLku1I&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-6l-lFlwheo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-6l-lFlwheo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Curso sobre Tratamento do Bambu</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 17:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://bambusc.org.br/wp-content/uploads/2010/07/cartazcursotratamentoufsc.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Segundo Seminário da Rede Brasileira do Bambu</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 22:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[RBB]]></category>

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		<description><![CDATA[Mensagem recebida da comissão organizadora do evento:
Comunicamos a realização do Segundo Seminário da Rede Brasileira do Bambu – RBB:
consolidação e perspectivas, em Rio Branco – Acre.
O evento está previsto para os dias 25, 26 e 27 de agosto do corrente ano.
Entre outros, são objetivos do evento:

 tornar pública e avaliar as pesquisas do Edital MCT/CNPq/CT-Agro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mensagem recebida da comissão organizadora do evento:</em></p>
<p>Comunicamos a realização do Segundo Seminário da Rede Brasileira do Bambu – RBB:<br />
consolidação e perspectivas, em Rio Branco – Acre.</p>
<p>O evento está previsto para os dias 25, 26 e 27 de agosto do corrente ano.</p>
<p>Entre outros, são objetivos do evento:</p>
<ul>
<li> tornar pública e avaliar as pesquisas do Edital MCT/CNPq/CT-Agro 25/2008;</li>
<li> lançar nacionalmente a Redebambu/BR;</li>
<li> fortalecer os laços das pesquisas e demais trabalhos técnico-profissionais do bambu com os setores sociais e produtivos; e</li>
<li>dar continuidade à operacionalização da Rede.</li>
</ul>
<p>O Seminário é promovido pela Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia – SEPED/MCT com a coordenação do CNPq/MCT. Entretanto, sua execução ficará por conta da Universidade de Brasília – UnB com o apoio da EMBRAPA/AC, da FUNTAC/Governo do Acre e do SEBRAE/AC.</p>
<p>O Seminário seguirá idêntico formato àquele realizado em 2006, Brasília DF, quando da criação da RBB. Serão editados os Anais com trabalhos científicos, culturais e técnico-profissionais a serem selecionados pelo Comitê Científico.</p>
<p>Enviaremos brevemente as diretrizes e as datas para a submissão de trabalhos.</p>
<p>O evento contará ainda com três novas seções:</p>
<ul>
<li>amostra de cartazes (“posters”) sobre trabalhos acadêmicos, prático-profissionais e culturais;</li>
<li>exposição de tecnologia e produtos de bambu; e</li>
<li>apresentação das pesquisas selecionadas naquele Edital.</li>
</ul>
<p>Esperamos contar com sua participação e adesão a fim de tornar a Rede um espaço de apoio ao desenvolvimento sustentável do Brasil.</p>
<p>O nosso endereço eletrônico (“e-mail”) para contato é <a href="mailto:seminariobambu@unb.br">seminariobambu@unb.br</a>.</p>
<p>Abaixo seguem os links para envio de trabalhos e cartazes:</p>
<ul>
<li> Diretrizes para envio de trabalhos: <a href="http://migre.me/Gqu8" target="_blank">http://migre.me/Gqu8</a></li>
<li>Diretrizes para envio de cartazes: <a href="http://migre.me/GqvA" target="_blank">http://migre.me/GqvA</a></li>
</ul>
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		<title>Guia para Identificação de Touceiras de Bambu</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 14:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Espécies]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das formas de se identificar facilmente uma espécie de bambu é pelo formato de sua moita ou touceira.
Nos dois arquivos (pdf) que se seguem é apresentado um Guia para Identificação de Touceiras de Bambu. Neles foram grifados as duas espécies mais comumente encontradas no  Brasil: Bambusa tuldoides (guia 1) e Bambusa vulgaris (guia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das formas de se identificar facilmente uma espécie de bambu é pelo formato de sua moita ou touceira.</p>
<p>Nos dois arquivos (pdf) que se seguem é apresentado um Guia para Identificação de Touceiras de Bambu. Neles foram grifados as duas espécies mais comumente encontradas no  Brasil: Bambusa tuldoides (guia 1) e Bambusa vulgaris (guia 2).</p>
<p>Como os arquivos têm aproximadamente 900 kbytes, o carregamento das imagens pode ser um pouco demorado. Depois de carregadas, clique nas imagens que elas aparecerão em tamanho grande.</p>
<p><a class="alignleft" title="Guia 1" href="http://plantebambu.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IdentificacaoMoitasBambu-1.jpg" target="_self"><img src="http://plantebambu.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IdentificacaoMoitasBambu-1-Thumb.jpg" alt="Guia 1" /></a><a class="alignright" title="Guia 2" href="http://plantebambu.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IdentificacaoMoitasBambu-2.jpg" target="_self"><img src="http://plantebambu.com.br/wp-content/uploads/2010/06/IdentificacaoMoitasBambu-2-Thumb.jpg" alt="Guia 2" /></a></p>
<p><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR><BR></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.amazon.com/Bamboo-World-Victor-Cusack/dp/0743200667">Bamboo World</a> de Victor Cusack.</p>
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		<title>Últimas Vagas: Curso sobre cultivo e manejo de Bambu</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 02:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BambuSC]]></category>
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		<description><![CDATA[Restam poucas vagas para o Curso sobre Cultivo e Manejo de Bambu, uma realização da BambuSC e do CCA &#8211; Centro de Ciências Agrárias da UFSC &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina. Não percam esta oportunidade de conhecerem mais sobre esta maravilhosa gramínea!!
Informações e inscrições com o Hans pelo tel. (48) 3338 2087 ou pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Restam poucas vagas para o Curso sobre Cultivo e Manejo de Bambu, uma realização da <a href="http://www.bambusc.org.br">BambuSC</a> e do CCA &#8211; Centro de Ciências Agrárias da UFSC &#8211; Universidade Federal de Santa Catarina. Não percam esta oportunidade de conhecerem mais sobre esta maravilhosa gramínea!!</p>
<p>Informações e inscrições com o Hans pelo tel. (48) 3338 2087 ou pelo e-mail <a href="mailto:hjkleine@floripa.com.b">hjkleine@floripa.com.br</a>.</p>
<p><img src="http://bambusc.org.br/wp-content/uploads/2010/05/cartazcursobambuufsc.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Pesquisa sobre cultivo e usos do Bambu</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 13:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNPq]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Uso]]></category>

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		<description><![CDATA[Assistam abaixo uma boa reportagem sobre várias pesquisas que estão sendo desenvolvidas na Universidade de Campo Grande/MS.
As pesquisas estão sendo desenvolvidas dentro do projeto RedeBambu, do CNPq, e abrangem cultivo, tratamento e os diversos usos possíveis para o Bambu.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assistam abaixo uma boa reportagem sobre várias pesquisas que estão sendo desenvolvidas na Universidade de Campo Grande/MS.</p>
<p>As pesquisas estão sendo desenvolvidas dentro do projeto RedeBambu, do CNPq, e abrangem cultivo, tratamento e os diversos usos possíveis para o Bambu.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KB60fE3nIO4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/KB60fE3nIO4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Prancha de Surf Totalmente Biodegradável</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 20:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prancha]]></category>
		<category><![CDATA[UDESC]]></category>

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		<description><![CDATA[O aluno de Design Industrial do CEART, Bruno Côrrea de Araújo, criou uma prancha de surf ecológica utilizando bambu como matéria-prima. O projeto cria uma opção ligada à preocupação ambiental visto que as pranchas comuns são, em sua maioria, feitas de poliuretano, um plástico que demora séculos para degradar.

O estudo, orientado pelos designers Prof. Douglas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aluno de Design Industrial do CEART, Bruno Côrrea de Araújo, criou uma prancha de surf ecológica utilizando bambu como matéria-prima. O projeto cria uma opção ligada à preocupação ambiental visto que as pranchas comuns são, em sua maioria, feitas de poliuretano, um plástico que demora séculos para degradar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_HCw82yHrUGU/S7epMwDBLiI/AAAAAAAABTk/9iZVmbf0wIo/s320/bambu_board.JPG" alt="" /></p>
<p>O estudo, orientado pelos designers Prof. Douglas Ladik Antunes e Tiago Matulja, foi apresentado por Bruno como Trabalho de Conclusão de Curso e partiu de seu olhar alternativo e ecologicamente responsável que buscou, essencialmente, explorar o não-convencional das técnicas de construção de pranchas.</p>
<p>A banca de avaliação contou com a presença dos orientadores Douglas Ladik e Tiago Matulja (também criador da empresa de pranchas de surf de madeira &#8220;A Flora Ecoboards&#8221;) e de Mauro De Bonis Almeida Simões (Professor do Departamento de Design CEART/UDESC), e de Orlando Labanis Cardoso de Oliveira (Empresário e Proprietário da Marca H2O Brasil).</p>
<p>Para Bruno, o Surf e seus praticantes tem grande identificação com a natureza e as causas ecológicas e, nesse contexto, um projeto que privilegie a consciência ambiental assume extrema relevância. A prancha, produzida com láminas de bambu e resinas naturais, foi pensada desde sua concepção levando em conta aspectos da tradição do surf, da construção e desenvolvimento de pranchas, o que resultou num produto de alta usabilidade e viabilidade produtiva e econômica. Com o trabalho, também se incita a reflexão sobre o uso de bambu laminado e resinas naturais na concepção e produção de outros produtos, não só em pranchas de surf.</p>
<p>Para saber mais sobre o projeto, clique no seguinte link: <a href="http://florasurfboards.blogspot.com/2010/04/um-estudo-sobre-o-desenvolvimento-de.html" target="_blank">FloraSurfBoards</a></p>
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		<item>
		<title>Natural, sim. Sustentável, nem sempre&#8230;</title>
		<link>http://plantebambu.com.br/?p=231</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 02:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidado: camisetas, cosméticos e utensílios vendidos como ‘verdes’ podem ser ecológicos só na embalagem
Alice Lobo &#8211; especial para O Estado de S. Paulo. Matéria original em: Estadão
A palavra natural é muitas vezes usada para induzir o consumidor a pensar que um determinado produto é sustentável, ecológico ou ainda benéfico para a saúde. Mas esse termo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cuidado: camisetas, cosméticos e utensílios vendidos como ‘verdes’ podem ser ecológicos só na embalagem</strong></p>
<p>Alice Lobo &#8211; especial para O Estado de S. Paulo. Matéria original em: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,natural-sim-sustentavel-nem-sempre,544707,0.htm">Estadão</a></p>
<p>A palavra natural é muitas vezes usada para induzir o consumidor a pensar que um determinado produto é sustentável, ecológico ou ainda benéfico para a saúde. Mas esse termo não significa nada além de algo que seja proveniente da natureza, mesmo que tenha sido extraído de forma predatória ao ecossistema e à saúde humana. Mesmo assim, muitas indústrias baseiam seu marketing em cima desse falso conceito para criar uma imagem simpática à determinado produto. </p>
<p><strong>Lavoura de algodão, considerada mais tóxica do mundo, usa 25% dos agrotóxicos do planeta</strong></p>
<p>Um bom exemplo é o algodão, usado em grande escala pela indústria têxtil e vendido como uma fibra natural ecológica. “A fibra é natural, mas a maneira como ele é cultivado pode ser prejudicial ao meio ambiente”, explica Tais Aline Remunhão, professora de tecnologia Têxtil da Faculdade Santa Marcelina. </p>
<p>Segundo a Fundação Justiça Ambiental (EJF na sigla em inglês), essa lavoura é considerada a mais tóxica do mundo, pois representa 2,4% de áreas cultivadas e utiliza 25% dos pesticidas e agrotóxicos aplicados em todo o planeta. Os pesticidas envenenam até 5 milhões de agricultores por ano, hospitalizam 1 milhão e matam 20 mil. </p>
<p>“Para cada camiseta de algodão que pesa 250 gramas são usados 160 gramas de agrotóxicos”, diz Taís. Outro ponto negativo no cultivo de algodão é seu alto consumo de água na irrigação: para cada botão da planta são necessários mais de 2,5 litros.</p>
<p>Segundo ela, em países quentes como o Brasil, o algodão é muito usado pois dá conforto e permite a respiração do corpo. E este bem-estar é muitas vezes vendido como ecológico.</p>
<p>Mas a verdadeira cultura sustentável do algodão é a orgânica, sem o uso de agrotóxicos ou pesticidas. Em 2009, esse tipo de produção cresceu 20%, segundo a Organic Exchange, associação internacional de algodão orgânico. No entanto, esse volume representa apenas 0,76% da produção mundial. </p>
<p><strong>Bambu </strong></p>
<p>Outra matéria-prima que induz o consumidor ao erro no setor têxtil é o bambu. O que muitas malharias chamam de tecido de bambu simplesmente não existe. Ele nada mais é do que uma viscose que usa, entre outras coisas, a fibra celulósica do bambu. “Tecido de bambu é uma fraude. A fibra desta planta tem no máximo 3 milímetros de comprimento e para fazer um tecido é preciso 30 milímetros”, explica <strong>Hans-Jürgen Kleine</strong>, da diretoria da <a href="http://www.bambusc.org.br">Associação Catarinense do Bambu</a>. “A fibra é desmanchada com químicos e o processo de construção do tecido é todo sintético.” </p>
<p>Se tecidos de bambu não passam de enganação, pisos e utensílios podem, sim, ser feitos com bambu ecológico. Isso porque seu cultivo é sustentável: não exige adubo, herbicidas e quanto mais se corta, mais cresce. A brasileira Welf, por exemplo, tem artigos para a casa em bambu sustentável. “Não usamos produto químicos e nossa cola é atóxica”, diz o diretor Peter Kirsner. </p>
<p><strong>Maquiagem mineral</strong></p>
<p>Outra confusão frequente é a de que maquiagem mineral é eco-friendly. “Toda maquiagem tem ingredientes minerais. Nas ditas ‘minerais’, o que acontece é a substituição de algumas substâncias, aliada a um marketing de produto natural, que não agride a pele”, explica Monica Gregori, diretora da Natura. “Mas os ativos continuam sendo de alto impacto ambiental, de fontes não renováveis.” A lógica é simples: os minérios um dia vão acabar se continuarem sendo extraídos. Segundo Monica, a Natura procura substituir minerais por ativos vegetais, como o maracujá. </p>
<p>Há ainda cosméticos ditos naturais que usam apenas uma pequena porcentagem de ingredientes de origem vegetal, mineral ou animal. E ainda assim a maioria não é cultivada de maneira sustentável.</p>
<p><strong>Fitoterápicos</strong></p>
<p>Remédios naturais também são fonte de confusão entre os consumidores. Nem todas as fórmulas contém ingredientes orgânicos e sustentáveis, como muitos acreditam. “Estamos verificando não somente a maneira como os fitoterápicos são produzidos, mas também focamos na responsabilidade pelo uso e exploração da biodiversidade”, diz Tom Vidal, gerente comercial da IBD, empresa que faz inspeções sobre matéria-prima natural no Brasil. </p>
<p>A Weleda é um dos poucos exemplos no Brasil que utiliza 100% de matérias-primas naturais em seus produtos, manejados de forma orgânica ou biodinâmica e seguindo os princípios do comércio justo. Além de serem utilizados para os cosméticos, também servem de insumo para seus remédios naturais. </p>
<p>E é aí que o consumidor pode se empolgar e ter problemas. “O fato de o remédio ser natural não significa que não tenha alta concentração de um ingrediente ativo”, explica Walter Büssem, gerente da Weleda. </p>
<p>“O principal pecado é não ler a bula. Há quem tome ginseng por longos períodos, mesmo estando escrito que ele não deve ser ingerido por mais de três meses, já que pode afinar o sangue e causar outros problemas”, diz Büssem.</p>
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		<title>Curso sobre cultivo e manejo de Bambu</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 02:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AriLB</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BambuSC]]></category>
		<category><![CDATA[Curso]]></category>
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		<description><![CDATA[A Associação Catarinense do Bambu, em parceria com o Centro de Ciências Agrárias da UFSC, comunica que estão abertas as inscrições ao novo curso sobre cultivo e manejo de bambu.
Data: 12/06/10 (sábado)
Horário: das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00
Local: Fazenda Experimental da Ressacada &#8211; UFSC, situada na Rua José Olímpio da Silva, 1326 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Associação Catarinense do Bamb</strong>u, em parceria com o <strong>Centro de Ciências Agrárias da UFSC</strong>, comunica que estão abertas as inscrições ao novo curso sobre <strong>cultivo e manejo de bambu</strong>.</p>
<p><strong>Data</strong>: 12/06/10 (sábado)<br />
<strong>Horário</strong>: das 09:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00</p>
<p><strong>Local</strong>: Fazenda Experimental da Ressacada &#8211; UFSC, situada na Rua José Olímpio da Silva, 1326 no bairro Tapera, Florianópolis/SC</p>
<p><strong>Instrutor</strong>: eng. florestal Thiago M. Greco (BambuSC)</p>
<p><strong>Programa</strong>:<br />
<em>Módulo teórico (4 horas)</em>:<br />
Importância e usos<br />
Características gerais dos bambus<br />
Produção de mudas<br />
Cultivo de bambus<br />
Manejo do bambu</p>
<p><em>Módulo prático (4 horas)</em>:<br />
Taxonomia e identificação das espécies do local<br />
Produção de mudas (principais técnicas de propagação)<br />
Plantio<br />
Colheita</p>
<p><strong>Valor do investimento</strong>: R$100,00 (Desconto para alunos da UFSC e membros da BambuSC)</p>
<p>Limite de vagas: 30 participantes</p>
<p>Esse curso tem como um de seus objetivos a implantação do primeiro <strong>bambuseto </strong>de Santa Catarina.</p>
<p><strong>Informações e inscrições</strong>: tel. (48) 3338 2087 (BambuSC) ou pelo e-mail <a href="mailto:hjkleine@floripa.com.br">hjkleine@floripa.com.br</a></p>
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